INFORMAÇÃO 17-Set

Exmos. Senhores Familiares,

Pensávamos que os meses de agosto e setembro pudessem ser meses de alguma tranquilidade e de esperança para utentes, profissionais, famílias e todos em geral, mas, infelizmente, e fazendo uma leitura aos dados dos últimos dias e, mais precisamente, aos do dia de hoje, em que se contabilizam 770 novos casos e em que morreram 10 pessoas, em Portugal, o número mais elevado dos últimos três meses, cabe-nos reforçar, ainda mais, a Implementação de medidas que impossibilitem uma possível infeção pelo COVID-19.

Dizer-vos que, semanalmente, são muitos os utentes e profissionais que vão sendo testados, não porque apresentem sintomas sugestivos de COVID-19, mas que, por motivo de saídas da Instituição, são submetidos ao despiste ao COVID-19.

Dá-se, como exemplo, os números desta semana, em que foram testados um total 12 e cujos resultados foram negativos. Assim, continuamos a poderserenar-vos, uma vez que, tendo em conta os cuidados de monitorização diária aos n/ utentes e profissionais, continuamos SEM TER RAZÕES INTERNAS para alarme, não existindo sintomas que possam sugerir infeção por COVID-19, não querendo com isto dizer que não possamos vir a ser atingidos, como se verifica, não só nos Lares de Idosos, mas também, de uma maneira geral, em todas as áreas e setores de atividade.

Infelizmente, os Lares de Idosos são as estruturas onde as consequências deste vírus causam maior impacto, não pela falta de cuidado, pelo menos no que se refere à n/ Instituição, mas pela vulnerabilidade da tipologia das pessoas que neles vivem, que são frágeis por natureza, e que, no n/ caso, têm sido protegidos por um corpo de profissionais comprometidos e focados.

No entanto, estamos conscientes que o contexto é adverso e perspetiva-se violento, pelo que vários são os dilemas que se nos apresentam, designadamente a ponderação de medidas mais restritivas, como sejam a suspensão, novamente, de visitas, situação para a qual ainda não avançámos porque nos colocamos no lugar dos utentes, que estão confinados há quase sete meses e, se viver assim já é difícil, retirar a possibilidade de receber uma visita, nem que seja através de um acrílico, seria, para muitos deles, doloroso.

Aproveitamos a oportunidade para relembrar que, neste período de contingência, alguma saída a unidades hospitalares ou outras similares requer a v/ colaboração presencial ou outra que entendam como ajustado, no que respeita ao acompanhamento destas situações.

Verificamos que, apesar de nos termos mostrado disponíveis para convosco articular qualquer solução que pudesse ser mais vantajosa para o v/ familiar, em virtude de poderem reunir melhores condições de segurança para um possível acolhimento, tal situação não foi por nenhum de vós considerada. Assim, depreendemos que a v/ posição é de confiança na Instituição. No entanto, caso a alterem, continuaremos ao dispor. Como sempre!

Recordamos que, no caso de surgir alguma situação que requeira atenção especial, serão informados através de contacto telefónico personalizado.

Por fim, apelamos a que possam promover e adotar comportamentos de responsabilidade e serenidade.

Pernes, 17 de setembro de 2020

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